O núcleo de inteligência da Gaudium, responsável por levantar, analisar e divulgar dados estratégicos sobre mobilidade urbana e delivery no Brasil.
Plataforma Machine
Software white-label usado por aplicativos de transporte e entregas em todo o país.
Escala Nacional
Mais de 120 milhões de corridas e entregas realizadas anualmente com tecnologia Machine.
Análise das Motos Mais Usadas
Período Analisado
1º de janeiro a 31 de outubro de 2025
Foco da Análise
Entregas finalizadas por modelo de moto
Diversidade da Frota
1.181 modelos distintos com ano, 256 sem distinção de ano
Ranking Geral: Top 5 Modelos
Predominância da linha CG
O top 5 mostra claramente o forte domínio da família Honda CG, com cinco posições ocupadas apenas por modelos CG 150 e CG 160.
Modelos recentes lideram
Mesmo com a presença de motos mais antigas, as versões 2022, 2023 e 2024 da CG 160 seguem com números expressivos.
Ranking Geral: Top 5 Modelos
Forte concentração na linha CG
Essa linha soma mais da metade de toda a distribuição. Isso destaca o peso significativo da linha no mercado, reforçando sua reputação e amplo uso em diferentes perfis de consumidores.
Diversificação moderada
Embora a liderança seja absoluta da linha CG, modelos como Biz e YamahaFactorainda aparecem com participação relevante.
Ranking Geral: Top 5 Marcas
Domínio absoluto da Honda
A Honda concentra mais de três quartos de toda a participação, evidenciando um nível de hegemonia raro no mercado. Esse desempenho foi muito impulsionado pela força da linhaCG.
Competição limitada
Yamaha aparece como a segunda colocada, mas ainda muito distante da líder. Shineray ocupa um espaço relevante, enquanto Suzuki e Dafra têm presenças mais discretas, indicando desafios para competir com as líderes.
Distribuição por Ano de Fabricação
Concentração Recente
Os anos 2023 (9,31%) e 2024 (11,91%) lideram com folga, seguidos por 2022. Isso indica um mercado bastante renovado, com grande volume de motos relativamente novas entrando nas solicitações.
Anos entre 2010 e 2014 mantêm relevância
Modelos de 2010 a 2014 continuam aparecendo com percentuais sólidos (entre ~3% e 5%), mostrando que essa faixa ainda compõe uma fatia importante.
Queda gradual
Apesar de percentuais bem menores, ainda há solicitações envolvendo motos de décadas passadas. Isso demonstra que parte da frota brasileira permanece ativa por mais de 20 ou 30 anos.
Análise por Categoria
Urbana: 91,42%
Aventura: 8,06%
Esportiva: 0,15%
Entre as motos usadas, predominam os modelos urbanos; apenas uma parte bem menor é composta por motos de aventura, enquanto as esportivas praticamente não aparecem nesse uso.
Metodologia de Categorização
Análise por Motorização
À Gasolina/Flex: 99,98%
Elétrico: 0,02%
A baixa participação se deve principalmente ao alto custo de aquisição, à preocupação com a autonomia para uso intenso e à pouca oferta de modelos elétricos adequados às necessidades diárias.
O predomínio das motos a combustão evidencia a configuração tradicional da frota atual, enquanto a presença ainda tímida das elétricas revela um grande espaço para expansão.
Entre as motos elétricas, os anos de fabricação 2019 e 2024 se destacam, cada um superando 35% de participação.
As motos elétricas apresentam anos de fabricação a partir de 2019, chegando até 2025.
A Honda concentra mais de três quartos da participação entre as motos analisadas, desempenho fortemente impulsionado pela força da linha CG.
Frota Jovem
Com maior participação em 2023 e 2024, os dados mostram um mercado altamente renovado, marcado pela entrada constante de motos mais novas nas solicitações.
Preferência por Motos Urbanas
O mercado é amplamente guiado pela categoria Urbana, que concentra quase todo o uso, enquanto as demais categorias aparecem apenas de forma secundária.
Predominância Total dos Modelos a Gasolina/Flex
As entregas são realizadas quase exclusivamente por motos a gasolina/flex, enquanto os modelos elétricos seguem com presença apenas simbólica no segmento.